Colaboradores Internacionais
Ademar Gevaerd
Estudou
e foi professor de Química até 1986, quando desistiu da área para dedicar-se
exclusivamente à Ufologia. Em 1983, fundou e até hoje é presidente do Centro
Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), a maior entidade do
género do hemisfério sul, com mais de 2.000 associados.
Percurso
Em 1985, fundou a Revista UFO, da qual é editor. A publicação é a única
sobre Ufologia existente no país, com mais de 20 anos de duração, e uma das
poucas em todo o mundo. Circula em todo o Brasil e Portugal. Começou suas
actividades da Ufologia ainda muito jovem, com 11 anos. Desde que passou a
dedicar-se ao assunto, já realizou centenas de conferências em todo o
Brasil. Fez pesquisas e palestras em outros 39 países.
Ainda na década de 80, foi convidado pelo Dr. J. Allen Hynek para
representar no país o Center for UFO Studies (CUFOS). É director nacional da
Mutual UFO Network (MUFON) e director para a América Latina do Annual
International UFO Congress.
Foi o idealizador da campanha UFOs: Liberdade
de Informação Já
e coordenou os trabalhos da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), para
demandar junto à Força Aérea Brasileira (FAB) que abra seus arquivos e
admita a participação civil no processo de investigação do Fenómeno UFO em
nosso país, que agora é levado a efeito.
Endereço: Caixa Postal 2182, 79008-970 Campo Grande (MS). E-mail:
gevaerd@ufo.com.br. Fone: (67) 341-8231
Revista UFO www.ufo.com.br
Eustáquio Patounas
É
autor de 5 livros, tendo já participado em inúmeros congressos no Brasil e
Exterior e preside à Socex- Sociedade de Estudos Extraterrestres (www.socex.net) que
fez recentemente 14 anos no dia 1° de Agosto. Actualmente participa num
programa semanal de TV, ao vivo, chamado "Vida Inteligente"
Percurso
Certa noite no ano de 1961, eu, um
menino com quase 10 anos de idade, não me recordo porquê, saí pela cozinha
de nossa casa para ir até a edícula que ficava nos fundos.
Ao sair, já era noite escura e não
muito tarde, senti um calor vindo acima de minha cabeça. Fui impelido a
olhar para o alto, e deparei com uma imagem inesquecível: um objecto
arredondado, com diversas luzes multicoloridas e parado sobre minha casa.
Tinha o tamanho de uma pizza gigante (não sei precisar a que altitude ele
estaria pois minha idade não permitia estes cálculos), e as luzes piscavam
alternadamente.
Entusiasmado, voltei para dentro de
casa e chamei por meus pais para que vissem o que eu estava vendo. Saímos
novamente para o quintal e eles puderam testemunhar o belo objecto que lá
continuava parado. Chamamos nossos vizinhos que também ficaram observando, e
a seguir fomos todos para a rua para observar melhor.
O objecto permanecia girando sobre
seu próprio eixo e assim permaneceu por longo tempo, até que começou a
deslocar-se lentamente rumo ao Parque do Ibirapuera. Acompanhávamos
eufóricos este deslocamento, quando de repente, o objecto fez três ou quatro
ziguezagues em velocidade indescritível e desapareceu como uma flecha no
horizonte. Neste momento, havia pelo menos duas dezenas de testemunhas que
ficaram boquiabertas com o fenómeno que acabavam de presenciar.
Este foi, aos 10 anos, meu primeiro
avistamento consciente de um objecto voador não identificado. A partir desse
dia então, nunca mais parei de pesquisar sobre o acontecido e ficava aquela
impressão interior de que havia algo de comum e familiar em tudo aquilo. Eu
sabia que era um disco voador! Não sei como, mas aquilo foi natural para
mim.
Posteriormente, ao longo de minha
vida de adulto, acessei que minha experiência e contactos com
extraterrestres já vêm de outras vidas. Em algumas delas, desde criança, eu
me assustava com a presença de seres que vinham ao meu encontro e me
acalmavam dizendo que eu não os temesse. É uma espécie de sentimento
familiar que pulsa em meu coração, e um amor indescritível por palavras que
também sinto emanado por estes seres, seja lá quem forem.
Passados alguns anos, andando de
bicicleta com um amigo no Parque do Ibirapuera em São Paulo, final de tarde,
eis que elevamos nossos olhos e vemos dois objectos discóides, parecidos com
dois pratos sobrepostos, pairando sobre uma estátua deste parque.
Certificamo-nos de que não eram balões (sabíamos que não, pois éramos
experts em fazer balões e soltá-los) e meu amigo assustou-se com a cena e
desandou em fugir com a bicicleta. Em meio ao pânico dele, eu também fiz o
mesmo e não pudemos ver o que aconteceu depois.
Neste tempo eu já começava a pedir
a meu pai que recortasse notícias onde se falava de extraterrestres, discos
voadores e coisas do género. Assistia a todos os filmes que faziam
referência ao assunto repetidas vezes. Uma obsessão pelo tema começava a
tomar conta de mim e perdura até hoje.
Na minha infância e adolescência
sonhava constantemente com discos voadores e extraterrestres. Os seres que
apareciam em meus sonhos eram iguais aos humanos. Conversávamos futilidades
e eu perguntava sobre planetas, suas origens, seus costumes, tempo de
viagem, sociedades, etc. Sempre me respondiam gentilmente mas eu sentia que
as respostas eram segundo meu grau de compreensão da época. Sentia também
que estes sonhos (vamos tratá-los assim, como sonhos), eram interrompidos
após nossas conversas, ou seja, conversávamos sobre muitas coisas e depois
eu não me lembrava de mais nada.
Quando eu ainda era muito jovem,
por volta de 11 ou 12 anos de idade, apareceu em mim uma aversão
indescritível por lagartixas. Um horror inexplicável, não sei se era medo,
nojo, o corpo transparente ou gelado, ou fosse lá o que fosse. Onde havia
uma lagartixa, lá estava eu a metros de distância, chegando a trancar-me no
banheiro ou no quarto. Pesquisei posteriormente com meus pais e parentes
para verificar se durante minha infância alguma coisa havia ocorrido
envolvendo este pequeno sáurio, tal como ele cair sobre meu corpo, alguma
brincadeira de mau gosto, etc. Nenhuma resposta que elucidasse esta aversão.
Um pouco mais tarde, já por volta
dos 14 ou 15 anos, dezenas de vezes eu acordava durante a noite com o meu
travesseiro empapado de sangue. Não me recordo de sonhos envolvendo alguma
abdução ou algum implante nesta época, e minha mãe dizia que estes
sangramentos eram em decorrência do forte sol na cabeça. Só que isso
acontecia em dias nublados, chuvosos também! Não era em função de insolação,
nem de traumatismos ou outros acidentes. Ocorria naturalmente, e
curiosamente somente à noite, altas horas da madrugada.
Eu era inexperiente nesta área da
Ufologia, e jamais poderia sequer conjecturar que algum extraterrestre
estivesse enfiando algo em minhas narinas. Até hoje desconheço a verdadeira
razão destes sangramentos que perduraram durante anos. Nem médicos
constataram nada de irregular, apesar de nenhum deles haver feito ou
solicitado uma radiografia da região paranasal. Como eu tenho nariz grande,
creio que se os “aliens” implantavam algo, devem ter tido um enorme
prejuízo, pois a matéria prima dos eventuais implantes em mim daria para uma
dezena de abduzidos com nariz normal...
Éramos ortodoxos gregos,
frequentávamos nossa igreja da colectividade helénica paulistana e
paralelamente, meus pais e eu, abríamos nossos horizontes para uma visão
mais holística da vida. Meu pai, engenheiro agrónomo precoce (formou-se com
apenas 21 anos de idade) interessava-se pela doutrina espírita, cosmologia,
exobiologia e ciências afins. Jamais, em momento algum, tentou dirigir ou
influenciar minha formação religiosa ou futuro profissional.
Tínhamos uma biblioteca muito rica
em obras científicas, espíritas, espiritualistas e ufológicas. Meu pai
conheceu pessoalmente Alberto San Martin, espanhol que teve uma experiência
com um ser extraterrestre louro e que recebeu como presente uma pedra
contendo estranhas inscrições, o que deu origem a um livro chamado “A Pedra
do Espaço”. Creio ter sido esta a primeira obra que li a respeito de
extraterrestres. Entusiasmado com a história passada na Espanha, guardava
minha mesada para comprar outros livros de Ufologia, os quais eu devorava
tamanho era meu interesse pelo assunto.
E assim foi toda a minha
adolescência. Pouco aplicado aos estudos no colégio (fui expulso de todas as
escolas nas quais estudei, sem excepção), sempre assumi minha condição de
estudioso de discos voadores e extraterrestres, fazendo centenas de vigílias
sozinho e acompanhado, recortando jornais, submetendo-me às gozações de
amigos, perguntando para as pessoas se já haviam visto alguma coisa e
colhendo depoimentos incríveis e que jamais foram publicados em lugar nenhum
deste planeta.
Todas as histórias e fatos que eu
ouvi em minha vida, eu sempre registrei na memória, e posso dizer que se
fossem escritos ou transcritos, dariam centenas de livros. Mas esta era a
minha caminhada. O que eu ouvi e presenciei era para mim. Se fosse para
publicar eu o teria feito, mas também estaria fazendo o que a maioria faz:
contar a história dos outros, para outros. Meus amigos extraterrestres já me
disseram que somente podemos ensinar aos outros aquilo que nós próprios já
vivenciamos. Não adianta contar ou ensinar o que você não experimentou ou
aprendeu numa experiência pessoal, principalmente na área da evolução e
transformação humana.
Eu havia constituído um acervo
muito grande sobre Ufologia e fazia meus estudos e pesquisas independentes.
Era uma busca pessoal. Não participava de grupos de estudos e limitava-me a
absorver os conhecimentos auto-adquiridos. Já nesta época, ortodoxia,
espiritualismo, espiritismo e exobiologia se misturavam em meu ser. Minha
sede de conhecimento excedia os dogmas ou preconceitos. Eu era um jovem que
além das delícias que a idade proporcionava, aliava minha rebeldia à
frenética busca de algo que estava enraizado no meu ser.
Recordo-me como se fosse hoje,
quando descobri que existia uma entidade que estudava Ufologia. Chamava-se
APEX – Associação de Pesquisas Exológicas, e estava instalada em uma
agradável e espaçosa casa no bairro da Lapa em São Paulo.
Presidida pelo Dr. Max Berezowsky,
médico, foi com uma emoção e alegria indescritíveis que comecei a frequentar
as reuniões aos sábados. Dr. Max era um estudioso que confessava nunca haver
visto nada apesar das constantes vigílias, além de estudar experimentos com
plantas (media a sensibilidade delas).
O grupo era formado por muita gente
capacitada, idónea e competente, equipado com filmadora, binóculos e uma
vontade ferrenha de pesquisa do fenómeno. As paredes da APEX eram repletas
de quadros referentes a discos voadores, e as reuniões transcorriam
animadamente nas tardes de sábado. Não me recordo por quanto tempo durou
esta alegria, mas as dificuldades financeiras da época fizeram com que
tivéssemos que deixar aquele imóvel, o que ocasionou posteriormente a
extinção da APEX, pelo menos em nível de associados.
Através desta inesquecível
entidade, pude participar do Congresso promovido no Teatro Cultura Artística
em São Paulo, no ano de 1979, onde tive a grande honra de conhecer, conviver
e conversar com os saudosos General Uchôa e Joseph Allen Hynek, além de
outras expressões da época como o Prof. Flávio Augusto Pereira. Foi um
evento inesquecível que antecedeu ao Congresso Internacional de Brasília.
A partir daí comecei a manter
contacto com outros pesquisadores, trocando conhecimentos e experiências,
mas ainda a nível muito reservado. A frustração pela extinção da APEX ainda
mexia muito comigo.
Passei 34 anos de militância na Ufologia em completo
ostracismo. Não escrevia para revistas, jornais ou similares e procurava
entender, aprender e pesquisar sozinho. Durante toda a minha juventude eu
fui impelido a escrever. Frases começavam a martelar minha cabeça, e embora
eu me esforçasse para que a continuidade fosse dada, nada ocorria até que eu
me sentasse em algum lugar tranquilo e começasse a escrever aquelas
“palavras sem som”. Era assim que eu era avisado quando tinha que escrever
algo. A primeira frase era repetida centenas de vezes, quase me deixando
louco, até que eu começasse a escrever. Assim que eu iniciava este processo,
as mensagens vinham em sua íntegra, e eu me emocionava, às vezes chorava e
não acreditava que eu as havia escrito.
Gener Silva
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Filiação: Benedito Silva e Yoshiko Sato Silva
Naturalidade: Araçatuba/SP
Data nascimento: 19/abril/1941
Casado com Rosa de Lima Bannwart Silva
Filhos: Erick Bannwart e Silva, Camila Bannwart e Silva e Marcelo Henrique
S. Silva
e-mail: gener@terra.com.br Fone/fax 018/6222337
Rua Quinze de novembro, 395, Centro, CEP 16010-030
HABILITAÇÃO – FUNÇÃO – PROFISSÃO
Bacharel pela Faculdade de Direito de Araçatuba-1978-OAB/SP nº 55554.
Licenciado em Pedagogia pela Faculdades Integradas Rui Barbosa -Andradina/SP
– 1978.
Licenciado pela Faculdade de Educação Física de Bauru/SP – 1970.
Professor de Matemática de 1º grau pela Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras de Rio Claro/SP – 1969-Reg.MEC nº 175/SP1 – Exame de Suficiência.
Especialista em Educação – Reg. no MEC nº 16015.
Ótico Prático – Habilitação expedida pela SFEP-Secretaria da Saúde/SP 1965.
Técnico em transações Imobiliárias, CRECI nº 32498.
Técnico em Contabilidade – CRC 139.825.
Professor credenciado pelo MEC – Conselho Federal de Educação – Parecer
3.531/75.
Despachante Policial nº 07105-SSP/SP.
Técnico Desportivo em Handebol, Atletismo, Ginástica Olímpica, Basquetebol,
Voleibol, Recreação, Natação e Futebol, pela Faculdade de Ed. Fís. de São
Carlos/SP.
Habilitado em Supervisão Escolar pela Fac. De Filosofia de Araçatuba.
Juiz Classista Aposentado da Justiça do Trabalho.
Comerciante – Loja Moda Branca – Relojoaria e Ótica Gilda – Araçatuba.
Presidente do Sindicato do Comércio de Araçatuba.
Rotariano desde 1985 – 17 anos e 11 meses – (100%).
Diretor da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
Diretor Fundador do INAPE – Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais –
Araçatuba.
Ufólogo – Lê e pesquisa há mais de 30 anos o assunto.
Diretor fundador do INAPE (http://inape_sp.tripod.com/), Instituto de
Astronomia e Pesquisas Espaciais, entidade de caráter amador, declarada de
Utilidade Pública, ONG, dedicada aos estudos e pesquisas de Astronomia
e Ecologia. Também tem finalidade pública e cultural. Possui
departamento de estudos e pesquisas na área de Ufologia, com metodologia a
mais próxima possível da científica. Realiza mensalmente em todas as
primeiras quartas-feiras, palestra alusiva ao tema.
Com o INAPE, SESC, e Secretaria Municipal de Cultura, realizou o 1º Encontro
sobre Astronomia e Ufologia em Araçatuba, no período de 17 a 21 de julho/2002.
Segundo A.J.Gevaerd, foi a primeira vez no Brasil que ocorreu tal encontro,
concomitantemente, palestras de cientistas e ufólogos.
CURSOS, SEMINÁRIOS E CONGRESSOS (NA ÁREA DA
PALESTRA)
Epistemologia e Metodologia Científica, realizado pelas Faculdades
Salesianas de Araçatuba – 1999.
XIX Congresso Brasileiro de Ufologia Científica e VIII Conferência
Internacional de Ufologia – Curitiba – Jun/1999.
Palestra convidado no XXIV Congresso Brasileiro de Ufologia Científica e II
Encontro Nacional para Mente Corpo e Espírito – Curitiba – Nov/2001.
XX Congresso Brasileiro de Ufologia Científica e IX Conferência
Internacional de Ufologia – São Paulo - Nov/1999.
Parapsicologia pelo Instituto de Pesquisas Psíquicas e Parapsicológicas de
São Paulo – Araçatuba-1998.
XVI Congresso Brasileiro de Ufologia Científica, VI Conferência
Internacional de Ufologia e IV Encontro Internacional de Abduzidos –
Curitiba – Maio/1998.
I Encontro Ufológico Nacional de Contatados – Curitiba – Nov/1998.
I Fórum Mundial de Ufologia – Brasília – Dez/97.
II Congresso de Ufologia e Parapsicologia do Estado do Rio de Janeiro – RJ –
Abril/1997.
V Conferência Internacional de Ufologia e I Encontro Internacional de
Abduzidos – Curitiba – Maio/1997.
II Encontro Nacional do Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos
Aeroespaciais. – São Paulo – Dez/1996.
XIV Congresso Brasileiro de Ufologia Científica, IV Conferência
Internacional de Ufologia e II Encontro Internacional de Contatados. –
Curitiba – Jun/1996.
Mário
Rangel
Hipnólogo em Ufologia
Mário
Nogueira Rangel, nasceu em 1932 em Tabapuã, uma pequena cidade do interior
do estado de São Paulo, Brasil, sendo o terceiro de quatro irmãos. Estudou
direito até o quarto ano, mas não completou o curso. Trabalhou dos 14 aos 64
anos de idade, quando se aposentou. Durante os últimos 35 anos de trabalho
fez carreira em uma multinacional até ser director comercial
em 14 países das Américas, que visitava uma ou mais vezes por ano.
Além de suas viagens profissionais visitou muitos países em férias
totalizando mais de 70.
Desde menino leu
livros sobre hipnose da biblioteca de seu pai médico, e depois fez cursos
com os mais afamados hipnólogos brasileiros.
Integrou a Comitiva Panamericana de Amizade Universitária
quando viajou durante quatro meses pela Bolívia, Peru, Chile, Argentina e
Uruguai, quase sempre dirigindo um veículo, fazendo palestras, divulgando
música popular brasileira e projectando filmes documentários sobre o Brasil
em faculdades. Pesquisou também arqueologia, visitando os mais importantes
sítios e museus desses países.
Brevetou-se como piloto civil em Curitiba e foi director
e presidente de aeroclube. Nessa época foi um dos apresentadores do programa
Entre Nuvens e Estrelas, na televisão, e recebeu a condecoração Medalha
Santos Dumont, da Força Aérea Brasileira.
Além desse hobby e do reflorestamento, dedicou-se à
hipnose que praticou sempre gratuitamente e sem finalidade terapêutica. Em
1979 por puro acaso deparou-se com um caso ufológico durante uma hipnose e a
seguir surgiram mais dois em rápida sucessão, o terceiro deles muito
dramático, envolvendo a abdução de um casal de colegas universitários jovens
em uma rodovia. Desde então dedica-se à hipnose em ufologia, tendo acumulado
uma enorme bagagem nessa área.
Após aposentar-se reuniu algumas de suas pesquisas e
escreveu “Seqüestros Alienígenas: Investigando Ufologia com e sem Hipnose”,
com 418 páginas, 175 ilustrações, muitas a cores, 69 capítulos incluindo os
referentes a mais de 20 casos de abdução no Brasil e um na Argentina, que
pode ser adquirido através do
www.ufo.com.br, site da revista brasileira UFO, editora da obra.
Rangel é estudioso, também, de parapsicologia. Mora em
São Paulo. Tem 4 filhas, todas de nível universitário. Seu e-mail é
mario.rangel@terra.com.br.